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Brindes com classe e tradição

São Paulo, 2 de dezembro de 2021

Nada combina mais com festa do que champanhe, uma bebida inventada na região de Champagne, na França, e adotada no mundo inteiro para celebrar a alegria, vitórias, casamentos e tudo o que torna a vida mais bela e feliz. A região tem como capital não oficial a cidade de Reims. Com 184 mil habitantes, o local concentra várias caves abertas à visitação e atrações turísticas que vão muito além da bebida, como a Catedral Notre-Dame, do século XIII, onde 25 reis foram coroados. Já Épernay, a capital oficial da Champagne, fica próxima ao povoado onde o monge beneditino Dom Pérignon inventou a bebida.

As casas que produzem champanhe costumam ter histórias tão gostosas quanto a bebida. Selecionamos algumas para que os brindes de fim de ano fiquem ainda mais saborosos: Veuve Clicquot, Moët & Chandon, Dom Pérignon, Taittinger e G.H. Mumm.

 

  1. Veuve Clicquot

Um dos champanhes mais famosos e conceituados, ganhou fama a partir de 1805, quando a viúva de François Clicquot, filho do fundador da Maison, assumiu a gestão da empresa. Nascida em 1777, em Reims, filha do barão Nicolas Ponsardin, Madame Clicquot conduziu os negócios com audácia e inteligência, em uma época em que mulheres não tinham nenhum espaço no mundo empresarial. Ela inventou novas técnicas de produção – incluindo o método para retirar o fermento da garrafa, que deixava o líquido turvo e com aroma residual de levedo – e em poucos anos a marca ganhou o status de excelência que mantém até hoje, agora sob o comando do grupo LVMH. Quando completou 200 anos, a casa criou o Prêmio da Mulher de Negócios da Veuve Clicquot e lançou o prestigiado cuvée La Grande Dame. A artista japonesa Yayoi Kusama assina o rótulo da garrafa de La Grande Dame 2012, lançada recentemente. Anteriormente, ela já havia brincado com o retrato mais famoso de Madame Clicquot, criando uma versão com suas famosas bolinhas que foi vendida em um leilão, em Tóquio.

 

  1. Moët & Chandon

Localizada no coração da Champagne, a marca talvez seja a mais conhecida no mundo. A bebida combina três tipos de uvas: Pinot Noir, Pinot Meunier e Chardonnay. A Maison foi fundada em 1743, em Épernay, por Claude Moët. No final do século XVIII, seu neto, Jean-Remy Moët, foi o responsável por divulgar esse tipo de vinho pelo mundo, conquistando o paladar de “influenciadores” da época como Madame de Pompadour e Napoleão. Até hoje a marca coleciona fãs glamourosos, sendo servida em casamentos da realeza e festas como o Oscar e Globo de Ouro. Este ano a marca destaca a Moët Imperial, a Rosé Impérial e a Ice Impérial.

 

  1. Dom Pérignon

A marca leva o nome do monge beneditino que, segundo vários historiadores, inventou o champanhe. Nascido em 1639, ele descobriu o método de vinificação da bebida em uma peregrinação à Abadia de Saint Hillaire. De volta à Abadia de Hautvillers, perto de Épernay, onde morava, ele passou a usar seus conhecimentos de forma inovadora. Observou que os vinhos brancos sofriam uma segunda fermentação depois de engarrafados, produzindo borbulhas que estouravam as garrafas e as rolhas, devido à pressão gerada pelo gás carbônico. Então experimentou amarrar as rolhas com arame, “domou” a segunda fermentação e criou o champanhe. Não por acaso, a empresa possui uma expressiva parcela dos vinhedos que anteriormente pertenciam à célebre abadia de Hautvillers. A marca Dom Pérignon era da família Mercier, mas não era usada, até que foi retomada em 1935, após o casamento de uma jovem Mercier com um rapaz do clã Moët & Chandon. Hoje a Dom Pérignon é conhecida pela excelência da bebida e pelas ousadas campanhas de marketing: Lady Gaga e Lenny Kravitz assinam edições especiais. A de Lady Gaga, chamada Queendom, é um Dom Pérignon Rosé Vintage, de 2005, que vem em uma garrafa de três litros.

 

  1. Taittinger

Marca mais jovem, mas nem por isso menos tradicional, a Taittinger recebeu esse nome em 1932, quando Pierre Taittinger comprou a vinícola e o Château de la Marquetterie. As plantações eram cultivadas por monges beneditinos, que ocupavam a região desde o século XIII. Pierre conheceu o local quando lutava pelo Exército Francês durante a Primeira Guerra Mundial. Ferido, ele ficou hospedado no castelo, e prometeu que, se sobrevivesse, compraria a propriedade para a sua família. Hoje, a vinícola tem 288 hectares, o que faz dela a terceira maior Maison de champanhe do mundo, e guarda os sensacionais Comtes de Champagne Blanc de Blancs e Comtes de Champagne Rosé (o mais raro da marca) em um túnel de quatro quilômetros de comprimento e 18 metros de profundidade. O champanhe é considerado delicado, elegante e fácil de beber.

 

  1. G.H.Mumm

Filho de um dos três irmãos Mumm, membros de uma rica família alemã que se estabeleceram na região da Champagne em 1861, Georges Hermann Mumm passou a comandar a Maison em 1852, modernizando as instalações e tornando a marca conhecida e respeitada. Em 1870 criou a famosa Cordon Rouge (cordão vermelho), em homenagem à Legion D’Honneur Française, uma das maiores honrarias da França. Em 1902, a champanhe era líder de mercado e vendia 1 milhão de garrafas apenas nos Estados Unidos. Em 1920 outro grande salto foi realizado quando o visionário René Lalou entrou para o comando da casa. Hoje a G.H. Mumm pertence ao Pernod Ricard, segundo maior grupo de bebidas alcoólicas do mundo.



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